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Curada de uma infeção pós-parto

Deus concedeu-nos um novo filho lindo, a quem chamamos de Natanael.
O parto foi muito rápido, nascendo quinze minutos após a chegada ao Hospital. Não necessitou levar oxidocina, nem epidoral, nem sofreu corte algum.
Como tudo correu bem, logo teve alta e viemos para casa.

Mas seis dias após o nascimento do nosso terceiro filho, a minha esposa sentiu dores agonizantes, muitas tonturas e febres muito altas. Ligamos para a assistência médica e, pensando ser uma mastite (afeção nas glândulas mamárias), fomos urgentemente ao Hospital.
À chegada, foi levada de pronto para ser examinada pelo médico de serviço. Este constatou que haviam deixado uma parte da placenta dentro do útero e que esta, detiorada, causara uma perigosa infeção. Rapisamente foi levada para o bloco operatório, onde sofreu uma dolorosa, mas necessária, curetagem (raspagem) do útero.

Nos dias que se passaram, foi feita uma colheita diária de forma a controlar o nível de infeção no sangue. Apesar de administrados dois diferentes antibióticos, os níveis mais que duplicaram nos primeiros três dias.
Havia o risco da infeção não ser contida e de pôr em risco a sua própria vida.

Mas ao quarto dia de internamento, pela graça do nosso Deus, Ele responde às nossas orações e, os valores subitamente baixaram para um valor mínimo. Fora de perigo, ela pôde voltar para casa.

Hoje, a Ana está recuperando bem e o nosso bebé lindo porta-se muito bem!

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Irª Dina conta como Deus deu-lhe o que ela sempre pedira


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Irª Amália conta como foi curada da esterelidade


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Pr. José Neves foi curado de um polipo nas cordas vocais


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Irª Ester conta a história da sua vida























Este é o testemunho de vida da nossa muito querida amiga e irmã Ester Duarte, um exemplo, uma crente fiel, uma verdadeira lutadora e vencedora em Jesus Cristo...

"Tinha 18 anos e vivia em Paris quando me convidaram a ir à igreja.
Já na infância frequentara a Escola Dominical e adquirira conhecimento bíblico que nunca esquecera.


Naquele dia retornei definitivamente o meu caminhar com Deus. Uns meses depois regressei a Portugal.
Casei aos 24 anos, sendo também cristão o meu marido. Tivemos uma filha, que hoje tem 19 anos. A certa altura, ele adoeceu com um pequeno problema oncológico.


Passei a acompanhá-lo regularmente nas consultas e nos tratamentos, em dias que me absorviam muito e m que procurava proporcionar-lhe o meu melhor apoio.
Foi então que, após exame realizado, me foi diagnosticado o cancro da mama. Perante a indicação de que deveria ser operada, a minha resposta imediata foi a de que não poderia ser pois eu estava a cuidar do meu marido. Logo me foi dito que para eu ter saúde para tratar do meu marido, teria de tratar de mim também.
O problema fora detectado logo no início, "na melhor altura", como me disse a minha médica. Entretanto, o meu marido estava numa fase melhor e até foi ele que me levou de carro para o hospital. Para mim, a operação foi algo violento, como uma amputação. Contudo, eu sabia que tinha sido para o meu bem. Seguiu-se um tempo difícil mas de grande união entre mim e o meu marido. Afinal, tínhamos um problema semelhante e procurávamos oferecer conforto um ao outro. Eu dava-lhe forças a ele e ele dava-me orças a mim. Como cristãos, o Amor de Deus habitava em nós e fluía num dia-a-dia de grande proximidade e entreajuda, de que guardo boas recordações, apesar de tudo.


Um ano depois da minha operação, o meu marido faleceu. Ao ver agravar-se a minha situação, preparei a minha filha, explicando-lhe que o pai iria para Jesus, onde estaria melhor, sem dores, e que um dia, quando partíssemos, iríamos ter com ele. Quando amigas minhas, que acompanharam todo este percurso, me dizem que não teriam resistido, eu digo-lhes que eu também não teria. Foi Deus que me fortaleceu a cada dia. Na igreja, os irmãos apoiaram-nos orando, visitando e oferecendo palavras de ânimo, o que nos fez sentir que não estávamos sós.


Há uma passagem bíblica, em Romanos 8:31-39 que nos foi de particular suporte para mim e que diz: "Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará todas as coisas?" E diz mais: "Quem nos separará do amor de Cristo? (...) nem a morte (nem o cancro, acrescento eu), nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor." (Romanos 14:8). Independentemente daquilo que nos aconteça, nada nos poderá separar do Amor de Deus. Como diz S. Paulo: "Quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor." (Romanos 14:8) Se Deus enviou o Seu filho ao mundo para morrer por nós, por mim, não merecendo eu por ser pecadora, Ele não iria esquecer de mim nas horas mais difíceis. Pelo contrário, é nesses momentos mais críticos que vemos Deus a fortalecer-nos e a animar-nos. Eu sabia que Ele sentia o meu sofrimento e deu-me forças para superar e para vencer.


Já se passaram doze anos após a operação. Tenho uma vida muito activa, tanto em temos profissionais como na igreja, dedicando-me sobretudo ao trabalho com crianças, que me dá uma alegria imensa. Entreguei a Deus a minha vida, a totalidade do meu ser. Ela está nas Suas mãos e é Ele que a continuará a dirigir. Estou descansada.


É esta a confiança em Jesus que faz de mim uma vencedora!


"Mas em todas estas coisas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou."
Romanos 8:27


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Irº Samuel conta como Deus curou a esposa da imobilidade total.





"Tem misericórdia de mim, SENHOR, olha para a minha aflição... tu que me levantas das portas da morte; Para que eu conte todos os teus louvores nas portas da filha de Sião, e me alegre na tua salvação."
Salmos 9:13-14


Há situações que acontecem e que nos deixam atónitos, nem acreditando como pode ser possível estarem a acontecer...

Parecia um pesadelo, um sonho mau, mas do qual não podia acordar.
Era noite, já um pouco tarde. Os nossos filhos estavam no banho, brincando por alguns minutos na água. Estava começando a arrumar o quarto deles, para depois os trazer para lá, vesti-los e pô-los a dormir. Mas foi então que algo aconteceu...

A minha esposa, Ana, tem estado com uma crise forte de "febre-dos-fenos" e estava tomando medicação para controlar a infecção (sinusite) e para controlar a alergia (rinite).
Quando ela tomou os medicamentos começou a queixar-se de incómodo e mal-estar. Logo sentou-se na cama do nosso filho mais velho e por queixar-se de calor, abri-lhe a janela por trás dela.
Entretanto continuei a arrumar o quarto e ela permanecia muito quieta e abatida.

Foi então que reparei que ela não me respondia, mantendo-se imóvel e quieta, como se estivesse sob muitas dores.
Quando insisti em que me respondesse ela começou a chorar e apercebi-me que não estava bem...

Passados alguns minutos, ela conseguiu dizer alguns sussuros, como se não conseguisse mover o maxilar para falar. E então disse-me:

"- Não me consigo mexer, não me consigo mexer...!", chorando constantemente...

Então deitei-a na cama e tentei perceber até que ponto não se mexia. Apenas conseguia mover alguns dedos da mão esquerda. A situação era real e inacreditável. De um momento para o outro, deixara de ter controlo sobre o seu corpo e não conseguia mover-se!

Foi assustador. A esposa, a mulher que amo, a mãe dos meus filhos estava numa situação terrível e não sabia o que fazer.
Mas, graças a Deus, Ele deu-me a calma e a direcção necessárias para que conseguisse tratar de tudo com calma e confiança n'Ele.

"Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, SENHOR, nunca desamparaste os que te buscam."
Salmos 9:10
 
 
Tentei falar com a nossa grande amiga Dina, também ela irmã na fé e companheira nos momentos difíceis, para que ficasse com as crianças enquanto a ambulância chegava e íamos ao hospital, mas não atendia...
 
Passou-se algum tempo. A minha Ana apenas conseguia levantar por poucos centímetros o braço esquerdo, mediante um enorme esforço.
Dei banho aos miúdos, vestiu-os e preparei-me para ir.
Entretanto a nossa amiga chegou, também ela mãe de dois rapazes e orou ousadamente pela Ana, assegurou-se que as crianças não viam a ambulância, nem os senhores com a maca.
 
 
Seguiu-se uma longa espera nos bancos do hospital, entre oração e clamor a Deus em pensamento e uma confiança que Ele, mais uma vez, viria em nosso socorro e nos livraria deste grande mal.
 
"O SENHOR será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia."
Salmos 9:9
 
"Atende-me, ouve-me, ó SENHOR meu Deus; ilumina os meus olhos para que eu não adormeça na morte;"
Salmos 13:3

 
Depois de quase duas horas no hospital, ela mostrou sinais de melhoras e aos poucos voltou a conseguir controlar o seu corpo e a mover-se. Toda a Glória seja dada ao nosso Deus!
Passado mais algum tempo, foi uma emoção... A porta abriu-se e ela veio pelo seu próprio pé, entrou na sala de espera onde eu me encontrava (pois não me deixaram entrar e estar ao seu lado) e disse já estar bem. Deus tinha tido misericórdia dela, de mim e dos nossos filhos, mais uma vez!
 
Os médicos disseram que a sua coluna estava em muito mau estado e que tudo o que acontecera tinha sido o resultado de um agravar dum dos problemas na sua coluna, mas que estava bem por agora.
 
"Cantai louvores ao SENHOR, que habita em Sião; anunciai entre os povos os seus feitos."
Salmos 9:11
 
 
Para tudo existe uma razão. 
Deus tudo faz bem feito, com propósito e finalidade e tudo o que vem à nossa vida é para o nosso bem.
Ainda que tenha sido doloroso, assustador e difícil de encarar aquele momento terrível, sempre esteve ao nosso lado, dando a paz, a calma e a confiança n'Ele, para que conseguíssemos aguentar e ultrapassar a dor e o desespero. Ao mesmo tempo Deus deu-nos um sinal de alerta para com o nosso corpo.
É importante cuidarmos do templo do Espírito Santo, do nosso corpo que Deus nos deu.
Acreditamos que Deus deseja que a minha esposa viva ainda muito tempo, comigo, com os nossos filhos, servindo ao Senhor, tendo mais cuidado com a sua saúde e testemunhando aos outros das suas experiências e bênçãos de Deus sobre si.
 
"O SENHOR está no seu santo templo, o trono do SENHOR está nos céus; os seus olhos estão atentos, e as suas pálpebras provam os filhos dos homens. O SENHOR prova o justo..."
Salmos 11:4-5

"Mas eu confio na tua benignidade; na tua salvação se alegrará o meu coração. Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem."
Salmos 13:5-6
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Irº José Romão curado da falta de visão

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Irº Samuel conta como Deus livrou seu filho



Dia 16 de Janeiro de 2010, apesar de termos muito cuidado em relação aos medicamentos e de os guardarmos num sítio bem alto e bem fora do alcance dos nossos dois filhos menores, hoje aconteceu o que poderia ser uma tragédia. O nosso mais velhinho, o Lucas, encontrou uma carteira de medicamentos que ficou esquecida no fundo da gaveta da mesa de cabeceira, no nosso quarto e tomou-os.
Realmente terrível, eu sei.
Primeiro... o que poderíamos fazer para que ele não adoecesse e depois... o sentimento de culpa por termos deixado que isto acontecece!
Mas, mais uma vez, Deus estava no controlo de tudo o que se passou. Os comprimidos eram apenas "Imodium rapid" e provavelmente já só estavam três na carteira. Graças a Deus!
Viemos a saber que 3 comprimidos era mesmo a concentração máxima tolerável para uma criança com 20 kg ( 6 mg ). O nosso Lucas tem 3 anos e cerca de 20 kg!
Mas apesar disso ele teve de passar pela terrível experiência de fazer uma lavagem ao estômago e eu tive de assistir, segurá-lo e apesar de ele gritar e clamar por mim, consentir que lhe fizessem.

Nós amamos os nossos filhos muito, mas Deus ama-nos muito mais ainda!
Por vezes nós, ainda que protegidos de muitos males, procuramos aquilo que pode-nos destruir. Para que tal não nos aconteça, Deus, ainda que nos ame muito e sofra connosco nas nossas aflições, tem de permitir, por vezes, coisas que nos magoam, pois são consequência dos nossos actos e sem que passássemos por elas poderiamos morrer (espiritualmente) e isso Ele não quer!
O Seu amor é tão grande assim!
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Irª Priscila foi mãe após quase perder a esperança

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Irº Samuel conta como Deus salvou uma vizinha sua.




"O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no SENHOR a misericórdia o cercará."
Salmos 32:10

Esta é uma história real, contada pelas minhas próprias palavras:

"Ela era uma filha de imigrantes, que voltavam a Portugal, todos os anos na época do verão, de forma a desfrutar do sol do Algarve.
Seus pais haviam conseguido sobreviver em França, aprendendo a língua, arranjando emprego e conseguindo estabilidade económica.


Ela casara com um rapaz francês, empresário de sucesso, que criava e produzia os tão populares pins (na altura) entre outras coisas e vivia agora em Chelles, perto da capital francesa.
Ela aprendera a costurar e possuía um talento natural para as artes manuais, bordando e talhando com muito rigor e precisão.
Em poucos anos, tornara-se costureira de uma casa de alta costura em Paris, sendo considerada uma das melhores no seu ramo.
Foi mãe de um rapaz e de uma linda rapariga.
Salvo alguns problemas "normais" do dia a dia, a vida sorria-lhe e ela parecia feliz...


Durante toda a sua vida, o simples mencionar da palavra "Deus" incomodara-lhe. Deus e religião eram apenas refúgio para os fracos e os pobres. Nunca tinha sentido realmente a necessidade de clamar por Ele.


Mas um dia, algo aconteceu.
Os seus dedos começaram a ficar sem forças e aos poucos a dormência tomou conta das suas mãos. Facilmente deixava cair as coisas e rapidamente teve de deixar de trabalhar.


Após uma ida ao médico, soube a terrível notícia: tinha desenvolvido uma doença degenerativa na espinal medula, incurável, que iria progredir sem piedade até à sua morte...
O futuro não poderia ser mais negro, mas ainda não aceitara a ideia de se render a Deus.


Mas com o avançar da doença, perdeu gradualmente o controlo dos seus braços, das pernas e depois até mesmo do cabeça.
Para agravar o seu sofrimento, ela viu os seus filhos afastarem-se dela e deixarem de sequer a visitar, esquecendo-a, qual vegetal esperando a morte.
Pior ainda, foi ver o seu marido envolver com uma outra mulher, enquanto ainda ela tinha plena consciência do que a rodeava, o que lhe cortava o coração...


Mas foi na sua última viagem de férias ao Algarve, quando já estava extremamente debilitada e praticamente já nem conseguia falar, que ela, pela primeira vez aceitou ouvir falar acerca de Jesus...


O seu grande orgulho naquilo que tinha conseguido, na posição social que ocupava, nos bens que possuía, nas viagens que fazia, nas celebridades que conhecia, no trabalho das suas mãos... tinha desvanecido pela dor da mágoa e impotência diante da sua doença.


E foi então que, ao ouvir falar d'Aquele que deixara toda a Sua Glória, todo o louvor e adoração dos Seus anjos, o prazer e o gozo do Céu e o desfrutar da presença do Pai eterno, para vir a um mundo de corações frios e pecadores, não encontrando lugar para nascer, a não ser um pobre estábulo de animais, não tendo roupas reais, mas simples panos para se cobrir, não sendo recebido pelo mundo, mas odiado e perseguido até à morte, sofrendo a dor atrz da separação do Pai e de tortura física sem comparação... apenas por amor a nós, humanidade orgulhosa e arrogante, que nada merecia a não ser a condenação pelos nossos pecados...


Em lágrimas, ouviu a mensagem da cruz do nosso Jesus, que apesar de ser Rei e Senhor, fez-se humilde e foi obediente até à morte e morte de cruz.
Orou pela primeira a Deus e recebeu a Jesus e à Sua paz, no seu coração.


Mas não, Deus não a curou...
Talvez porque Ele sabia que se tudo voltasse ao normal em sua vida, esquecer-se-ía novamente do Bom Senhor... Não sabemos.
Mas sabemos que desde esse dia, ela sentiu uma paz no seu coração que não podia entender, nem explicar.
E assim, pôde perdoar ao seu marido e aos seus filhos e viveu os seus últimos dias esperando encontrar esse mesmo Jesus que, agora sabia, muito mais tinha suportado por amor à sua alma e que não desistira até a salvar!


Ela foi nossa vizinha, na sua casa de férias em Sagres, durante muitos anos, desde a minha infância até começar a trabalhar.
Foi atravez da minha mãe que, embora não aceitasse, ouvia falar acerca de Jesus, e foi com ela, que entregou a sua vida ao Senhor, semanas antes de morrer."


Samuel Luz






Embora seja uma história triste, podemos ver até onde vai o Amor de Deus, por nós.
Durante todos aqueles anos, nós orámos pela salvação da sua vida e esta foi a maneira que Deus encontrou de a fazer ouvir, entender e aceitar a Salvação!




Possamos nós abrir o nosso coração à voz de Deus, aceitando a Sua correcção e orientação.
Oremos também para que, aqueles por quem intercedemos, abram também eles o seu coração a Jesus, não precisando passar por tão grandes dificuldades...


"Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano. Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. Por isso, todo aquele que é santo orará a ti, a tempo de te poder achar; até no transbordar de muitas águas, estas não lhe chegarão. Tu és o lugar em que me escondo; tu me preservas da angústia; tu me cinges de alegres cantos de livramento. Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio para que não se cheguem a ti. O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no SENHOR a misericórdia o cercará. Alegrai-vos no SENHOR, e regozijai-vos, vós os justos; e cantai alegremente, todos vós que sois rectos de coração."
Salmos 32:1-11
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Paul dá o seu testemunho

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Ir. Júlia Silva curada ao estômago

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Tom dá o seu testemunho

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Irª Ana de Aljezur - testemunha a ajuda de Deus

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Irmãos de Aljezur e Rogil testemunham milagres em suas vidas

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Ana Cláudia - Testemunho criativo

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Jhessyka conta a sua experiência

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Testemunho do Vitor Rafael

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